As Trilhas Interpretativas como Recurso Pedagógico: caminhos traçados para a educação ambiental.
Título
As Trilhas Interpretativas como Recurso Pedagógico: caminhos traçados para a educação ambiental.
As Trilhas Interpretativas como Recurso Pedagógico: caminhos traçados para a educação ambiental.
Autor
Fernanda Barbosa Menghini
Fernanda Barbosa Menghini
Orientação
Antonio Fernando Silveira Guerra
Antonio Fernando Silveira Guerra
Instituição
UNIVALI
UNIVALI
Grau de Titulação
Mestrado
Mestrado
Unidade / Setor
Programa de Mestrado Acadêmico em Educação
Programa de Mestrado Acadêmico em Educação
Ano
2005
2005
Cidade / UF
Itajaí/SC
Itajaí/SC
Dependência Administrativa:
Privada
Privada
Resumo
Este estudo caracteriza a trajetória do processo de construção de uma metodologia para Trilhas Interpretativas aplicadas a um grupo de três professores, um técnico, dois guardas-parque e duas acadêmicas da UNIVALI. Uma Oficina de Atualização em Planejamento de atividades de EA em trilhas interpretativas foi desenvolvida de junho a setembro de 2004, nas trilhas do Parque Ecológico Rio Camboriú (Balneário Camboriú), na Escola de Campo do Colégio Unificado (Itajaí) e na Morraria da Praia Vermelha (Penha) em Santa Catarina. Para caracterizar representações e percepções do grupo sobre o tema e questões ambientais, aplicaram-se questionários (pré e pós), desenvolveu-se uma fundamentação teórica, atividades educativas e discussões com o grupo buscando a (re)formulação de conceitos, planejamento de projetos para utilização das trilhas como recurso pedagógico à Educação Ambiental. Confirmando aspectos da teoria de que as trilhas têm o propósito de desenvolver nos caminhantes um novo campo de percepções, constatou-se como o grupo percebeu o meio ambiente e a problemática ambiental nas trilhas visitadas na região. O grupo desenvolveu o entendimento de que a interpretação ambiental como também a própria EA e suas práticas não se resumem à transmissão de informações, mas que envolve valores, sentimentos e cuidados para com o espaço visitado, visando enriquecer, desenvolver atitudes críticas e saberes necessários para a conservação destes ambientes visitados. Na entrevista realizada, depois de oito meses, no sentido de identificar transformações de conceitos e percepções dos atores, verificou-se que a Oficina foi significativa para a formação do grupo de participantes, mas também a necessidade de uma formação continuada dos envolvidos, um maior tempo de desenvolvimento e aplicação das atividades, interesse do poder público para criação e continuidade de programas de EA, bem como um maior envolvimento e comprometimento dos docentes e educandos na participação nestes programas. Os atores também aprenderam que os objetivos das trilhas devem ser estabelecidos com base no conhecimento amplo e profundo do espaço, das variáveis do público potencial e das necessidades de proteção da área. Há a necessidade de aprofundar ou (re)significar seus conhecimentos para que passem a utilizar as trilhas interpretativas também como um recurso pedagógico.
Este estudo caracteriza a trajetória do processo de construção de uma metodologia para Trilhas Interpretativas aplicadas a um grupo de três professores, um técnico, dois guardas-parque e duas acadêmicas da UNIVALI. Uma Oficina de Atualização em Planejamento de atividades de EA em trilhas interpretativas foi desenvolvida de junho a setembro de 2004, nas trilhas do Parque Ecológico Rio Camboriú (Balneário Camboriú), na Escola de Campo do Colégio Unificado (Itajaí) e na Morraria da Praia Vermelha (Penha) em Santa Catarina. Para caracterizar representações e percepções do grupo sobre o tema e questões ambientais, aplicaram-se questionários (pré e pós), desenvolveu-se uma fundamentação teórica, atividades educativas e discussões com o grupo buscando a (re)formulação de conceitos, planejamento de projetos para utilização das trilhas como recurso pedagógico à Educação Ambiental. Confirmando aspectos da teoria de que as trilhas têm o propósito de desenvolver nos caminhantes um novo campo de percepções, constatou-se como o grupo percebeu o meio ambiente e a problemática ambiental nas trilhas visitadas na região. O grupo desenvolveu o entendimento de que a interpretação ambiental como também a própria EA e suas práticas não se resumem à transmissão de informações, mas que envolve valores, sentimentos e cuidados para com o espaço visitado, visando enriquecer, desenvolver atitudes críticas e saberes necessários para a conservação destes ambientes visitados. Na entrevista realizada, depois de oito meses, no sentido de identificar transformações de conceitos e percepções dos atores, verificou-se que a Oficina foi significativa para a formação do grupo de participantes, mas também a necessidade de uma formação continuada dos envolvidos, um maior tempo de desenvolvimento e aplicação das atividades, interesse do poder público para criação e continuidade de programas de EA, bem como um maior envolvimento e comprometimento dos docentes e educandos na participação nestes programas. Os atores também aprenderam que os objetivos das trilhas devem ser estabelecidos com base no conhecimento amplo e profundo do espaço, das variáveis do público potencial e das necessidades de proteção da área. Há a necessidade de aprofundar ou (re)significar seus conhecimentos para que passem a utilizar as trilhas interpretativas também como um recurso pedagógico.
Palavras Chave
trilhas interpretativas, educação ambiental, ecologia
trilhas interpretativas, educação ambiental, ecologia
Classificações
Nível escolar
Geral
Geral
Área do conteudo
Educação Ambiental
Educação Ambiental
Foco Temático
Formação de Conceitos
Formação de Conceitos